quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

UMA DAQUELAS TRANSAS LOUCAS QUE A GENTE NUNCA ESQUECE...

Não desejo, em absoluto, chocar as leitoras. Mas as poesias que publico aqui são daquelas do tipo "à flor da pele". Sempre elas têm um misto de sensualidade, vontade e desejo; e mostram a espécie de homem que sou! Eu que convivo atualmente com a minha solidão ando sentindo falta de coisas que me estremeçam por dentro. Que me façam ter aquele sorriso indisfarçado no rosto. Como quando aconteceu o que vou confidenciar agora; só para vocês. Já aviso que o que vou escrever a seguir é carregado de conteúdo adulto e sensual. E a linguagem é livre. Às vezes quase obscena!

Aconteceu alguns anos atrás quando eu estava a trabalho em Nova Friburgo na região serrana do Rio de Janeiro. Então num fim de tarde de inverno, passava das 20 horas e eu tinha saido para comer alguma coisa. Pensava numa sopa no pão, ou num bife a permegiana. Na mesa do lugar aconchegante onde, por fim, eu optei por um delicioso creme de ervilhas com bacon eu me lembrei da Lucia. Sabia que ela morava em Teresópolis. Eu me acostumei a chamar ela de Lu. E alguns meses antes eu havia feito contato com ela num chat. Daí trocamos e-mails e tivemos algumas conversas animadas pelo MSN. Lá pelas tantas eu estava em São Paulo e ela me deu o seu endereço para um encontro provável quando eu viesse ao Rio. Mas o encontro terminou não acontecendo. Mas o e-mail com o tal endereço continuava no meu outlook. E, ao voltar para a pousada tive a idéia de conferir no google maps.

Então quando naquela mesma noite, movido por um impulso e por uma fome que precisava ser aplacada eu entrei no carro e me toquei para Teresópolis. Era frio e chovia muito. a maior parte do trajeto tinha o que eles lá chamam de russo;um intenso nevoeiro que me fez demorar um pouco mais naquela estrada cheia de curvas. Ao chegar no endereço que conferi na internet eu estava na Várzea de Tere, bem perto do centro. Encontrei uma uma garagem perto onde deixei o carro e segui a pé uma quadra e meia até a porta do edifício.

Fiquei uns dez minutos vendo a chuva caindo e pensando se devia chamá-la pelo interfone. E já fui me preparando para o interfone não estar funcionando. Para ela ter me esquecido e na hora me ignorar solenemente. Para ela achar aquilo uma loucura e não abrir a porta. Para uma voz de homem ou outra pessoa atender. Mas mesmo assim, perto das 23 horas eu toquei. E insisti mais vezes. Então quando já estava quase desisitindo, pude ouvir uma voz de mulher. Eu nunca tinha falado com ela ao telefone. Então eu simplesmente disse uma frase que até onde eu lembrava eu tinha dito uma vez no MSN. Não sei por que mas aquela frase ficou por uns tempos na minha cabeça. E sempre aparecia quando eu pensava na Lu. Não lembro exatamente as palavras. Mas foi algo do tipo: "Aqui na frente do teu prédio é o cara dos pensamentos loucos e repetitivos... o cara daquele encontro que era para ter acontecido mas que não deu certo."

Houve um instante de silêncio e depois uma gargalhada. Agora eu tinha certeza que ela não tinha se esquecido. Me mandou esperar e desceu para abrir a porta. Trocamos dois beijinhos meio mornos e tímidos. Passamos pelas portas e daí entramos no elevador. Na hora percebi sua respiração era picada. Dava impressão de estar levemente assustada e ao mesmo tempo excitada; mas querendo esconder a própria agitação. Ela era mulher que não fugia da raia. Fingia serenidade; mas deixava transparecer pelos gestos e movimentos do corpo um leve entusiasmo que se confundia com desconforto.

Entrei em seu apartamento. A decoração era de muito bom gosto. Rapidamente sem ela perceber dei uma reparada básica em tudo. E soube na hora que estávamos sozinhos por que o apartamento não era dos maiores e todas as portas estavam abertas. Conversamos animadamente uns trinta minutos e, bem ao natural, voltamos ao ponto do encontro que devia ter acontecido mas que não aconteceu.

Eu estava no sofá e ela andando de um lado pro outro. Quando se sentou ficou bem do meu lado. Senti aquele cheiro gostoso de shampoo misturado com sabonete caro e creme de pele importado. Um cheiro de roupa limpa. Foi inevitável virar um pouco o corpo de lado. E rapidamente, eu a puxei para mais perto. Rapidamente estávamos no meio dum beijo quente, louco e demorado. Quando os corpos cansaram da posição o beijo precisava continuar e eu a puxei pro colo. Ela me envolveu num abraço de pernas e eu correspondi agarrando seu corpo com força. E assim ficamos aos beijos. Eu sussurrando bobagens no seu ouvido, mordiscando a sua orelha, esfregando o meu nariz em sua nuca para me anestesiar com o seu cheiro bom que já tinha me enlouquecido desde o elevador. Num instinto natural botei a mão por dentro da sua roupa. Senti seus seios, seus mamilos e, em seguida o meio de suas coxas que quase prendia fogo de tão molhado. 

A cama gritou lá do quarto nos chamando pelo nome. E nos despimos quase sem notar em meio segundo para uma foda muito gostosa. Eu dei uma. Me refiz e dei outra. E depois peguei no sono para um descanso que meu corpo exigiu. Nem sei quanto tempo dormi. Mas quando acordei pude ver que ela me queria mais. Por que acordei com ela me lambendo todo e chupando de levinho o meu pau. Por um momento segurei os instintos e fingi que continuava dormindo. Quando acordei ele já estava no último de tão duro. E quando ela viu que tinha me acordado aí sim que ela me abocanhou o que pode e me chupou gostoso como louca enquanto eu acariava o seu corpo macio. Quando senti que de repente poderia explodir tirei o meu pau de sua boca e dei um banho de lingua demorado em seu corpo. Suas coxas, suas costas, seus mamilos que eu mordia e puxava com os dentes e tocava com a ponta da língua. Posso lembrar agora o quanto a Lu se retorcia e gemia aos meus toques. E quando inverteu, quando senti que ela é que não ia mais aguentar, fui para cima dela com tudo e meti fundo, meti com força; meti com tesão de macho esfomeado. Depois gozamos gostoso...

Quando meu pau descansou ela tirou a camisinha e colocou ele de novo dentro da boca. Eu tentei tirar meio constrangido. Sentimento natural de homem depois duma bela gozada; quando seu membro se retrai e volta às dimensões normais. Mas ela insistiu, não tirou o pau de dentro da sua boca. Só tirou pra dizer que na gaveta de cima do criado mudo tinha um pedaço de chocolate. Me pediu pra quebrar um pedaço ( um daqueles quadradinhos ) que pegou rápido da minha mão. Botou inteiro na boca. Deu uma mordidas e abocanhou meu pau inteiro e assim ficou por muito tempo. De novo, e bem aos poucos eu fui reagindo. Ela pediu outro pedaço de chocolate e me abocanhou de novo como se fosse me sugar todo. Então a medida que meu pau reagia ela sorveu lentamente uns quatro pedaços de chocolate. E quando meu pau ficou de novo pronto do jeito que ela queria ela me cavalgou. Ficou por cima, rebolando o corpo como uma cadela no cio. Doida, doida. De costas para mim. Apoiava as mãos nas minhas coxas. Elevava e descia os quadris.Alternava com as vezes em que deixava eu todo dentro dela e simplesmente fazia movimentos leves para os lados. Fiquei totalmente louco... gemia... puxava seus cabelos... arrastava as unhas em suas costas... e ela gozou gostoso... Na primeira da noite desconfiei que só eu havia gozado... Na segunda fomos juntos... E agora ela foi primeiro...

Depois que seu corpo foi caindo numa calmaria branda eu tirei meu pau. Me masturbei um pouco para ele voltar a plenitude. Coloquei meio estabanado uma outra camisinha. E aí botei ela de quatro. Enfiei tudo de uma vez. Com uma das mãos eu agarrava sua cintura; com a outra eu puxava seus cabelos. Em poucos minutos eu gozei gostoso dentro dela. E na hora ( com a mão que a segurava firme pela cintura ) eu lhe dei algumas palmadas na bunda. Acho que bati até com uma certa força no calor da transa. Por que meus dedos ficaram marcados em sua pele e eu vi depois quando calmamente continuei lhe acariciando. Foi uma foda e tanto. Muito tesão no ar e exalando pelos poros. E foi a primeira e única vez que a vi pessoalmente. Depois não se repetiu.

Mas foi algo marcante demais para esquecer!